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Como o storage NAS ajuda a estruturar ambientes de data warehouse com mais capacidade e organização?

Índice:

Ambientes de data warehouse crescem de forma acelerada e consomem storage de alto desempenho diretamente nos servidores de banco de dados.

Essa arquitetura com armazenamento direto dificulta a expansão, o gerenciamento centralizado e a proteção unificada dos dados. Isso gera silos operacionais e eleva o custo por terabyte.

Surge então a necessidade de desacoplar o armazenamento do processamento para criar uma camada de dados mais escalável e organizada.

Um storage NAS se apresenta como uma resposta técnica para consolidar grandes volumes de dados com acesso via rede e gerenciamento simplificado.

NAS como camada de armazenamento estruturado

NAS como camada de armazenamento estruturado

Um storage NAS centraliza o armazenamento de arquivos em uma infraestrutura dedicada e acessível via rede, o que permite que múltiplos servidores de aplicação e bancos de dados acessem um repositório comum para organizar dados de staging, logs históricos e arquivos de suporte para processos de ETL (Extract, Transform, Load) em um ambiente de data warehouse.

Em vez de manter dados brutos e processados em volumes locais de cada servidor, a equipe de infraestrutura move esses ativos para o NAS. Essa estrutura simplifica a gestão do espaço.

A capacidade de armazenamento é consolidada em um único ponto. Isso elimina a fragmentação de discos e facilita o planejamento de crescimento.

O administrador do sistema ganha uma visão unificada sobre a ocupação. Ele consegue provisionar ou expandir volumes sem interromper os serviços de análise.

Essa abordagem também padroniza o método de proteção dos dados. As rotinas de backup e snapshot são aplicadas a um sistema central, não a dezenas de servidores dispersos.

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Arquitetura de rede e acesso a dados

A integração de um storage NAS em um ambiente de data warehouse depende de uma arquitetura de rede bem definida. O acesso aos dados acontece por protocolos de arquivo como NFS ou SMB.

Para garantir que o tráfego de armazenamento não dispute banda com aplicações de negócio, o time de redes frequentemente segrega o tráfego do NAS. Isso é feito com o uso de VLANs dedicadas.

Uma rede de 10GbE se tornou o padrão mínimo para essa tarefa. Ela oferece o throughput necessário para transferir grandes blocos de dados durante as janelas de ETL.

Servidores que executam os jobs de extração e transformação montam os compartilhamentos do NAS como se fossem diretórios locais. Essa abstração simplifica o desenvolvimento dos scripts e a operação das ferramentas de BI.

Em configurações mais avançadas, é possível usar agregação de links (LACP) nas portas do NAS. Essa técnica aumenta a largura de banda disponível e adiciona resiliência à conexão de rede.

Governança de acesso e trilha de auditoria

Governança de acesso e trilha de auditoria

A centralização de dados em um storage NAS facilita a aplicação de políticas de governança. O controle de acesso se torna mais rigoroso e auditável.

O sistema se integra a serviços de diretório como Active Directory ou LDAP. O administrador de TI usa grupos e usuários já existentes para definir permissões de leitura e escrita.

Isso garante que cada equipe ou processo acesse apenas os conjuntos de dados pertinentes. A equipe de finanças, por exemplo, não visualiza dados brutos de engenharia.

Essa separação é fundamental para a conformidade com regulações como LGPD e SOX. O acesso indevido a dados sensíveis é bloqueado na camada de armazenamento.

Além do controle, o NAS registra logs detalhados de todas as operações de arquivo. Um analista de segurança consegue rastrear quem acessou, modificou ou excluiu um arquivo específico, e quando a ação ocorreu.

Essa trilha de auditoria é essencial para investigações de incidentes e para demonstrar conformidade durante auditorias externas.

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Proteção de dados com snapshot e backup

A organização de dados de data warehouse em um NAS simplifica sua proteção. Ferramentas nativas do sistema de armazenamento ajudam a reduzir a janela de perda de dados.

A tecnologia de snapshot é um bom exemplo. Ela cria cópias point-in-time de volumes ou compartilhamentos com impacto mínimo no desempenho.

Se um job de ETL corrompe um conjunto de dados, o responsável pelo banco de dados restaura o estado anterior em minutos. Ele faz isso a partir de um snapshot recente, sem precisar recorrer ao backup completo.

É importante lembrar que RAID protege contra falha de disco, não contra exclusão acidental ou ransomware. O snapshot oferece uma camada de recuperação lógica muito mais ágil.

Contudo, snapshots não substituem uma política de backup robusta. A equipe de infraestrutura deve configurar rotinas para copiar os dados do NAS para uma segunda localidade, seguindo a regra 3-2-1. Isso garante a recuperação em caso de desastre no datacenter principal.

Comportamento em cargas de ETL e consulta

Comportamento em cargas de ETL e consulta

O desempenho de um storage NAS em um cenário de data warehouse depende do perfil da carga de trabalho. Ele se destaca em operações com grandes volumes de dados sequenciais.

Processos de ETL tipicamente leem e gravam arquivos grandes de forma contínua. Um NAS com múltiplos discos em RAID e conectado a uma rede de 10GbE ou superior sustenta esse tipo de throughput sem dificuldade.

A diferença fica bem clara em comparação com servidores com poucos discos locais. Neles, a disputa de I/O entre o sistema operacional e o job de ETL pode criar gargalos.

Por outro lado, o NAS pode não ser a melhor escolha para a camada mais quente do data warehouse. O banco de dados principal, que atende a consultas analíticas complexas e de baixa latência, geralmente exige armazenamento de altíssimo IOPS, como arranjos all-flash ou SAN Fibre Channel.

O NAS encontra seu lugar ideal como repositório para a área de staging. Ele também serve para armazenar dados históricos e arquivos flat que alimentam os processos de carga.

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Aplicação ideal e limites da arquitetura

A adoção de um storage NAS é uma decisão de arquitetura com um ponto de aplicação muito claro. Ele organiza e escala o armazenamento para as camadas de suporte do data warehouse.

Sua principal função é servir como um grande repositório para dados brutos, dados em preparação (staging area) e arquivos de log. Ele também funciona bem para arquivamento de dados históricos que são acessados com menor frequência.

A capacidade de expansão é um de seus maiores trunfos. Adicionar mais capacidade a um NAS é uma operação planejada e que não afeta diretamente os servidores de banco de dados.

A limitação aparece quando a aplicação exige latência extremamente baixa. Consultas interativas que cruzam milhões de registros em tempo real ainda se beneficiam de armazenamento mais próximo do processador.

Nesses ambientes híbridos, o NAS e o storage de alta performance coexistem. Cada um cumpre seu papel de forma eficiente, otimizando o custo total da infraestrutura de dados.

O time de arquitetura de dados desenha os fluxos para que cada tipo de dado resida na camada de armazenamento mais adequada ao seu perfil de acesso.

Próximos passos na sua infraestrutura

Próximos passos na sua infraestrutura

Estruturar o armazenamento de um data warehouse com um NAS é uma estratégia para organizar dados, simplificar a gestão e preparar a infraestrutura para o crescimento.

Essa abordagem desacopla o ciclo de vida da capacidade de armazenamento do ciclo de vida dos servidores. Isso traz previsibilidade orçamentária e agilidade operacional.

Avaliar a arquitetura de dados atual é o primeiro passo para identificar onde um NAS pode reduzir custos e complexidade. Converse com os especialistas da Storage House para desenhar uma solução alinhada às suas cargas de trabalho.

Edgar Carvalho

Edgar Carvalho

Especialista em Storage
"Engenheiro de computação com mais de 12 anos atuando em infraestrutura de TI e soluções de armazenamento, assessoro empresas e integradores na escolha de NAS, DAS, JBOD e soluções all-flash ou híbridas. Com experiência em produtos Qnap, Synology, Infortrend e grandes fabricantes, traduzo especificações técnicas em recomendações práticas para compras e projetos. Comprometo-me com a missão da Storage House."

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