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Storage Infortrend para dados históricos: quando a alta capacidade se torna prioridade no BI

Índice:

Plataformas de Business Intelligence consomem dados continuamente, mas o volume histórico costuma ocupar um espaço caro no armazenamento primário.

Essa prática infla os custos operacionais e gera disputa de I/O entre as análises ativas e a simples retenção de dados passivos.

A separação arquitetônica entre dados quentes e frios se torna uma necessidade para o controle de custos e o desempenho do ambiente.

Isso leva à adoção de sistemas de armazenamento com alta capacidade, projetados para retenção de longo prazo e acesso sequencial.

A arquitetura para dados históricos

A arquitetura para dados históricos

Um tier de armazenamento dedicado para dados históricos de BI, como as soluções de alta densidade da Infortrend, utiliza uma arquitetura de baixo custo por terabyte com capacidade massiva e throughput sequencial, o que libera o storage primário para workloads ativos e garante que grandes datasets permaneçam acessíveis para análises periódicas, auditorias de conformidade e retreinamento de modelos sem impactar a operação diária.

Sistemas de BI geram volumes massivos de informação. Manter todo esse histórico em armazenamento primário de alta performance é uma estratégia insustentável.

O custo por terabyte em sistemas all-flash ou híbridos otimizados para latência inviabiliza a retenção de anos de dados. A consequência direta é a pressão para expurgar informações que ainda possuem valor analítico.

A solução é criar uma camada secundária de armazenamento. Essa camada prioriza a capacidade e o custo-benefício em detrimento da latência mínima.

Estruturas como os sistemas Infortrend com unidades de expansão JBOD atendem a essa demanda. Elas oferecem dezenas de baias de disco em um chassi compacto, conectadas a um ou mais controladoras.

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Conectividade e integração ao ambiente

A arquitetura de rede para dados históricos é diferente. O foco muda da baixa latência para o alto throughput em transferências de grandes blocos.

Protocolos como iSCSI ou SAS são comuns para conectar as unidades de expansão ao storage principal. O acesso dos servidores de BI a esses dados pode ocorrer por NFS ou SMB.

A segmentação do tráfego é uma prática fundamental. As consultas a dados históricos não devem competir com a rede de produção.

Uma VLAN dedicada ou uma interface de rede exclusiva para esse tráfego evita que uma análise pesada sobre dados antigos impacte os serviços ativos.

Nesse desenho, o sistema de armazenamento de alta capacidade funciona como um grande repositório. A plataforma de BI ou o data warehouse gerencia o posicionamento e o acesso aos dados.

Gerenciamento de capacidade e expansão

Gerenciamento de capacidade e expansão

O principal atrativo desses sistemas é a capacidade de crescimento. A infraestrutura nasce preparada para escalar de dezenas de terabytes para petabytes.

As unidades de expansão JBOD da Infortrend são o mecanismo central para isso. Elas permitem que o administrador de infraestrutura adicione um novo chassi com discos sem interromper o serviço.

O processo é direto e previsível. A controladora de armazenamento reconhece os novos discos e o administrador pode expandir um volume existente ou criar um novo pool.

Essa abordagem simplifica o planejamento de capacidade a longo prazo. A equipe de TI compra e provisiona armazenamento conforme a necessidade real, o que alinha os custos ao crescimento do volume de dados.

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Proteção dos dados e disponibilidade

A proteção por RAID é um requisito básico. Em volumes massivos, o RAID 6 ou o RAID 60 se tornam o padrão para proteger contra falhas de múltiplos discos.

O tempo de reconstrução de um disco de grande capacidade pode levar dias. O sistema precisa se manter online durante esse processo, ainda que com desempenho reduzido.

Snapshots têm utilidade limitada para dados históricos, que são majoritariamente lidos. Eles podem ser úteis para criar pontos de consistência antes de uma grande carga ou expurgo de dados.

O backup continua sendo indispensável. Dados históricos também precisam de proteção contra exclusão acidental, corrupção lógica ou um desastre no datacenter.

A estratégia de cópia, no entanto, muda. Ela pode envolver uma replicação periódica para outro site ou uma rotina de gravação em fita com retenção longa.

Desempenho em consultas e análises

Desempenho em consultas e análises

É preciso ajustar as expectativas de desempenho. Este não é um sistema para bancos de dados transacionais ou máquinas virtuais com alta demanda de IOPS.

A força dessa arquitetura está no throughput sequencial. Ela se destaca na leitura de grandes arquivos ou blocos de dados contíguos.

Esse comportamento é ideal para consultas de BI que varrem tabelas ou partições inteiras. Um exemplo é uma consulta que analisa todas as vendas de um trimestre passado.

O gargalo de desempenho geralmente está na interface de rede, como uma porta de 10GbE, ou na capacidade do barramento interno de fazer o streaming dos dados dos discos.

Sistemas como os da Infortrend são projetados para sustentar esse tipo de carga. Eles garantem que as análises sobre grandes volumes de dados terminem em tempo hábil.

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Limites e casos de uso ideais

O caso de uso ideal é o armazenamento de anos de logs transacionais. Também se aplica a dados de sensores, registros financeiros e outras informações estruturadas.

Esses dados são consultados com frequência decrescente, mas precisam ser mantidos online por razões de negócio ou conformidade.

Em contrapartida, é um erro usar essa arquitetura para hospedar bancos de dados ativos. O mesmo vale para datastores de virtualização com alta atividade de escrita aleatória.

Colocar o workload errado nesse tipo de storage resulta em lentidão na aplicação e queixas dos usuários. A distinção entre armazenamento primário e secundário é crucial.

Essa estrutura de alta capacidade complementa os sistemas all-flash. Ela não os substitui, mas cria uma arquitetura de armazenamento em camadas mais eficiente e econômica.

Avaliação para seu ambiente de BI

Avaliação para seu ambiente de BI

Adotar um tier de armazenamento para dados históricos é uma decisão de arquitetura. Não se trata apenas da compra de um novo hardware.

A decisão exige uma análise dos padrões de acesso aos dados, das políticas de retenção e dos requisitos de desempenho da plataforma de BI.

Uma conversa com especialistas em infraestrutura de armazenamento ajuda a dimensionar a solução correta e a planejar sua integração ao ambiente. Fale com a equipe da Storage House.

Edgar Carvalho

Edgar Carvalho

Especialista em Storage
"Engenheiro de computação com mais de 12 anos atuando em infraestrutura de TI e soluções de armazenamento, assessoro empresas e integradores na escolha de NAS, DAS, JBOD e soluções all-flash ou híbridas. Com experiência em produtos Qnap, Synology, Infortrend e grandes fabricantes, traduzo especificações técnicas em recomendações práticas para compras e projetos. Comprometo-me com a missão da Storage House."

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